quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Campo de Concentração do Tarrafal: uma resistência comum

O Campo de Concentração do Tarrafal testemunha a herança do fascismo português. É a incorporação simbólica de centenas de opositores do regime e nacionalistas africanos. Nos dois períodos (1936 a 1954: de 1962 a 1974) que funcionaram o Campo estiveram presos 340 antifascista dos quais 32 faleceram de doença e maus tratos; dos 238 nacionalistas africanos presos morreram 4 até ao encerramento do Campo. Os homens que sobreviveram são os resistentes ao regime. Os resistentes são símbolos de luta e determinação para uma sociedade mais justa e sem atropelos democráticos. Os protagonistas são homens de Portugal, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, de Angola que aderiram à Resistência não por capricho, mas sim, na base da escolha de uma doutrina que espelha os valores da Humanidade, da liberdade e da autodeterminação.
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