quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Norberto Tavares e Codé di Dona emprestem nome a Fundações do Governo

Norberto Tavares e Codé di Dona são dois dos modelos da cultura cabo-verdiana que poderão emprestar os respectivos nomes a duas fundações que o Governo pretende criar. Em entrevista à RCV, na segunda-feira, 14, a ministra do Ensino Superior, Ciência e Cultura, Fernanda Marques, disse que "a figura da fundação poderá ser de direito público ou de origem pública no direito privado".
Marques afirmou que o objectivo de trazer a público esta ideia organizativa das fundações "é de testar a capacidade dos núcleos se associarem em termos de sociedade civil, sendo que o estado não é criador, mas aquele que dá poder de gestão a nível do desenvolvimento da cultura".
A ministra do Ensino Superior, Ciência e Cultura, disse que Cabo Verde, dispõe de excelentes, artistas, mas que não se pode criar uma fundação com o nome de cada um. Contudo, acredita que o País saberá valorizar os homens da cultura.
"Esta dinâmica, far-se-á pela capacidade de desenvolvimento a volta desses nomes. Temos nomes que, provavelmente, não darão para fazer uma fundação a cada um, senão cairíamos num contra senso. Esta figura surgiu de uma conversa com os familiares de Norberto Tavares e posteriormente, com os de Codé di Dona e tem a ver com uma forma de nós desenvolvermos e sobretudo, de desenvolver esse recurso estratégico -potencial que Cabo Verde tem que é a Cultura" justificou, Fernanda Marques, a escolha dos nomes de Norberto Tavares e Codé di Dona para as fundações.
A criação das fundações Norberto Tavares e Codé di Dona integra-se, no entender da ministra Fernanda Marques, num vasto programa, que é a política cultural cabo-verdiana.
A Fundação é uma instituição não estatal, dotada de património próprio. Tem por missão realizar um ou mais objectivos de interesse geral, a nível de desenvolvimento científico, educativo e artístico.

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